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Porto Alegre, BR - 06/09/2010
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"O melhor é dirigir-te para a sabedoria, onde encontrarás, ao mesmo tempo, tranquilidade e grandes possibilidades de crescimento..."
Lúcio Anneo Sêneca
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Qual o mais belo dos mitos gregos?
Eros e Psiquê
A Guerra de Tróia
A Tragédia de Edipo
O Velocino de Ouro
Fedra e Hipólito
A Morte de Héracles
Eco e Narciso
Apolo e Dafne
Outro

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Mitologia Grega, V.1
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Os Heróis
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O Livro de Ouro da Mitologia
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As Religiões Que o Mundo Esqueceu
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As 100 Melhores estórias da mitologia
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Hestia, fragmento de vaso grego
Hestia 0002
Hestia - Boris Vallejo
Hestia 0004
Estatua de Hestia
Hestia 0006
Gravura representando Hestia
Hestia 0007
07m 26s
Arqueólogos debatem a tecnologia armamentista de Aqueus e Troianos e a possibilidade da existencia do cavalo de madeira.
Armas da guerra de Tróia Pt5 -
08m 53s
Arqueólogos debatem a tecnologia armamentista de Aqueus e Troianos e a possibilidade da existencia do cavalo de madeira.
Armas da guerra de Tróia Pt4 -
09m 33s
Arqueólogos debatem a tecnologia armamentista de Aqueus e Troianos e a possibilidade da existencia do cavalo de madeira.
Armas da guerra de Tróia Pt3 -
09m
Arqueólogos debatem a tecnologia armamentista de Aqueus e Troianos e a possibilidade da existencia do cavalo de madeira.
Armas da guerra de Tróia Pt2 -
08m 23s
Arqueólogos debatem a tecnologia armamentista de Aqueus e Troianos e a possibilidade da existencia do cavalo de madeira.
Armas da guerra de Tróia Pt1 -
14m 18s
Inscrições em casa romana de classe média alta revelaram aos arqueólogos rituais baquicos secretos.
Rituais dionisíacos em Pompéia -
09m 25s
Arqueólogos tentam desvendar a verdadeira guerra de Tróia por trás do famoso poema homérico a Ilíada.
A Verdadeira Guerra de Tróia Pt5 -
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Arqueólogos tentam desvendar a verdadeira guerra de Tróia por trás do famoso poema homérico a Ilíada.
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Arqueólogos tentam desvendar a verdadeira guerra de Tróia por trás do famoso poema homérico a Ilíada.
A Verdadeira Guerra de Tróia Pt3 -
15m 27s
Arqueólogos tentam desvendar a verdadeira guerra de Tróia por trás do famoso poema homérico a Ilíada.
A Verdadeira Guerra de Tróia Pt2 -
17m 44s
Arqueólogos tentam desvendar a verdadeira guerra de Tróia por trás do famoso poema homérico a Ilíada.
A Verdadeira Guerra de Tróia Pt1 -
09m 00s
Os mitos de zeus ecoaram pela história e influênciaram de uma forma ou outra alguns dos mitos cristãos. O dilúvio, desencadeado pela ira de Zeus contra os mortais, tem seu paralalo ao dilúvio sumério que influenciou os mitos de outros povos como os hebreus.
O Confronto dos Deuses - Zeus - Parte 05
O Legado
10m 12s
Zeus é o pai por execência, touro criador da vida, tem em seu mito alimentado por fantasias dos homens da época copulando com todas as mulheres que lhe causam desejo, e para tal, utiliza-se de diversos estratagemas. Todavia, esse lado procriador de Zeus provocou a ira de sua ultrajada esposa, Hera, que como forma de vingança convoca os demais deuses olímpicos para uma traição depondo o supremo deus de seu trono no monte olimpo.
O Confronto dos Deuses - Zeus - Parte 04
Traição no Olimpo
09m 36s
A titanomaquia, luta entre os deuses olímpicos liderados por Zeus contra os Titãs liderados por Crono, definiu o governo do mundo. Os deuses olímpicos se sobressaíram aos antigos senhores da terra e passaram a reinar sobre o universo apartir do monte olimpo. Especialistas acreditam que o mito da titanomaquia fora elaborado apartir de um evento histórico, a explosão do vulcão na ilha de Santorini.
O Confronto dos Deuses - Zeus - Parte 03
A Titanomaquia
08m 24s
Depois de ter sido escondido por Reia em uma caverna de Creta, Zeus fora poupado de um fim trágico o qual seus irmãos olímpicos sucumbiram. Agora, ele retorna à presença do pai para libertar seus irmãos e começar uma revolução que irá definir o governo do universo.
O Confronto dos Deuses - Zeus - Parte 02
A Vingança de Zeus
09m 18s
Crono, temendo perder o controle do univerno, fora devorando todos os seus filhos na media que iam nascendo. Após perder uma série de filhos, Reia decidiu poupar seu filo caçula, Zeus, entregando a seu marido, Crono, uma pedra envolta em linho que o tirano engoliu pensado ser seu filho.
O Confronto dos Deuses - Zeus - Parte 01
A infância de Zeus
08m 57s
Após voltar do Hades com o cão cérbero, Héracles completa os 12 trabalhos e ascente ao Olimpo, onde vive eternamente ao lado dos deuses e de sua esposa Hebe.
O Confronto dos Deuses - Héracles - Parte 06
A Apoteose de Héracles
10m 01s
Nos últimos seis trabalhos, Héracles sai da hélade e parte para o estrangeiro. Em uma de suas aventuras, ele separa a África e Europa criando os
O Confronto dos Deuses - Héracles - Parte 05
Os Pilares de Héracles
03m 55s
Achados arqueológicos levantam a questão histórica sobre Héracles, que tudo indica ter realmente existido.
O Confronto dos Deuses - Héracles - Parte 04
O Herói por detrás da lenda
04m 58s
Héracles utiliza-se de sua força bruta e persistência para enfrentar a hidra de Lerna, a Corça de Cerínia e o Javali de Cálidon, além de limpar um complexo imundo de estábulos.
O Confronto dos Deuses - Héracles - Parte 03
Os primeiros trabalhos de Héracles
08m 47s
Héracles, enfeitiçado por Hera, ataca e mata sua mulher e filhos em um ato de loucura. Atormentado por sua dor, o herói se coloca em uma busca épica de retidir uma culpa de sangue. Os doze trabalhos impostos por Hera devem ser cumpridos para que Héracles se livre de sua culpa purificando sua alma.
O Confronto dos Deuses - Héracles - Parte 02
Os doze trabalhos de Héracles
08m 05s
Héracles era um símbolo, um homem ideal para os gregos antigos que reunia em si a força dos deuses, e a dor e mortalidade dos homens. Após uma vida sofrida de culpa e trabalhos realizados com o objetivo de se libertar de suas ações, o filho de zeus enfim consegue se elevar ao olimpo.
O Confronto dos Deuses - Héracles - Parte 01
O Herói semi-divino
 

 

 

Hestia
2ª Geração Divina
Etimologia: Em grego Έστία (Hestía), deusa da lareira. Da mesma família etimológica que o latim Vesta, cuja fonte é o indo-europeu *wes, "queimar", em grego (heúein), "passar pelo fogo, consumir".
Funções: Deusa do lar e da lareira, protetora absoluta da família
Responsabilidade:
Pais: Crono e Reia | Conjuges:
Filhos:
Todos os mitos de Hestia

Tipo e atributos de Héstia | O Altar Doméstico | A chegada da noiva | Os Lares Domésticos 

 

Hestia é a lareira em sentido estritamente religioso ou, mais precisamente, é a personificação da lareira colocada no centro do altar; depois, sucessivamente, da lareira localizada no meio da habitação, da lareira da cidade, da lareira da Grécia, da lareira como fogo central da terra; enfim, da lareira do universo. E, embora Homero lhe ignore o nome, Hestia certamente prolonga um culto pré-helênico do lar.

Se bem que muito cortejada por Apolo e Posídon, obteve de Zeus a prerrogativa de guardar para sempre a virgindade. Foi ininterruptamente cumulada de honras excepcionais, não só por parte de seu irmão caçula, mas de todas as divindades, tornando-se a única deusa a receber um culto em todas as casas dos homens e nos templos de todos os deuses. Enquanto os outros Imortais viviam num vaivém constante, Hestia manteve-se sedentária, imóvel no Olimpo. Assim como o fogo doméstico é o centro religioso do lar dos homens, Hestia é o centro religioso do lar dos deuses. Essa imobilidade, todavia, fez que a deusa da lareira não desempenhasse papel algum no mito. Héstia permaneceu sempre mais como um princípio abstrato, a idéia da Lareira, do que como uma divindade pessoal, o que explica não ser a grande deusa necessariamente representada por imagem, uma vez que o fogo era suficiente para simbolizá-la.

Personificação do fogo sagrado, a deusa preside à conclusão de qualquer ato ou acontecimento. Ávida de pureza, ela assegura a vida nutriente, sem ser ela própria fecundante. É preciso observar, além do mais, que toda realização, toda prosperidade, toda vitória são colocadas sob o signo desta pureza absoluta. Hestia, como Héstia e suas dez Héstiais, talvez simbolizem o sacrifício permanente, através do qual uma perpétua inocência seve de elemento substitutivo ou até mesmo de respaldo às faltas perpétuas dos homens, granjeando-lhes êxito e proteção.

Quanto ao fogo propriamente dito, a maior parte dos aspectos de seu simbolismo está sintetizada no hinduísmo, que lhe confere uma importância fundamental. Agni Indra e Sûrya são as "chamas" do nível telúrico, do intermediário e celestial, quer dizer, o fogo comum, o raio e o sol. Existem ainda dois outros: o fogo da penetração ou absorção (Vaishuanara) e o da destruição, que é um outro aspecto do próprio Agni.

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Tipo e atributos de Héstia - Héstia é a personificação do lar, onde se mantém o fogo sagrado que preside aos destinos da família ou da cidade. Não possui lenda: era a primeira filha nascida de Crono e de Réia, e foi como as outras engolida por seu pai. Mais tarde, quando tornou a ver a luz, recusou-se a desposar qualquer um dos deuses. "Os trabalhos de Afrodite não são agradáveis a Héstia, virgem venerável, a primeira gerada pelo astuto Crono, e a última, segundo a vontade do poderoso Zeus. Apolo e Hermes desejavam desposar a augusta deusa, mas ela não concordou, recusou-se constantemente a ceder e, tocando a cabeça do poderoso deus com a égide, proferiu o grande juramento que sempre manteve de ficar virgem para sempre. Em vez do himeneu, seu pai a premiou com uma belíssima prerrogativa : com efeito, no lar, ela recebe todas as primícias das ofertas, é honrada em todos os templos dos deuses e é para os mortais a mais augusta das deusas." (Extrato do hino homérico a Afrodite).

Em toda a antiguidade foi o lar considerado símbolo da vida doméstica, cuja felicidade repousa na castidade da esposa. Héstia era a guarda da família e ligava-se aos deuses penates, isto é, aos antepassados protetores dos membros vivos da família: o seu lugar era, pois, no meio da casa. Por conseqüência, tinha um altar na cidade como guarda da comunidade, e quando os colonos partiam para fundar nova cidade, cuidavam de levar o fogo do lar comum que ardia na cidade para acender o que iriam estabelecer na nova pátria. Ovídio, nos seus Fastos. assim fala de Héstia: "Devemos ver em Héstia apenas a chama ativa e pura ; e não há corpo que nasça do fogo. Portanto, ela é virgem com todos os direitos e gosta de ter companheiras na sua virgindade. O teto recurvo do templo de Héstia não ocultava nenhuma imagem. É um fogo inextinguível que se esconde nesse santuário. Nem Héstia, nem o fogo têm imagens. A terra se sustenta pela sua própria força; Héstia tira, portanto, o seu nome do fato de se suster pela sua própria força, mas o lar é assim chamado em virtude das chamas e do fato de aquecer e avivar todas as coisas. Figurava, antigamente, entre as primeiras peças do aposento; é daí também, creio eu, que se derivou a palavra vestíbulo, e é por isso que nas preces dizemos ainda a Héstia: tu que ocupas os primeiros lugares. Era costume outrora sentar-se em longos bancos, diante do lar, e supor que os deuses assistiam ao festim."

Engana-se evidentemente Ovídio quando diz que Héstia não tem imagens. O que sucede, na verdade, é que são extremamente raras. Plínio cita uma estátua de Héstia, esculpida por Scopas, que gozava de grande fama. A que reproduzimos é uma das raríssimas imagens da deusa chegadas até nós. Está vestida da túnica talar, apertada por um cinto, e por cima usa ampla manta. Um longo véu lhe cai sobre os ombros; empunha uma lâmpada, símbolo do fogo eterno. Vemos, por vezes, lâmpadas consagradas a Héstia, que se caracterizam por uma cabeça de burro. Esse animal aparecia igualmente em certas festas em honra da deusa, onde se pretendia relembrar o serviço que fora prestado a Héstia pelo burro de Sileno. Um dia, Príapo, divindade campestre de caráter jovial e pouquíssima disposta à veneração, notou a deusa que adormecera sobre a relva e, julgando não ser visto, aproximou-se sorrateiramente dela para a abraçar. Mas o burro de Sileno, que pastava pela vizinhança, indignou-se ao ver que se pretendia fazer tamanha afronta à augusta deusa, e pôs-se a zurrar tão fortemente que todo o Olimpo despertou.

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O Altar Doméstico - Toda casa antiga continha um altar no qual devia haver sempre um pouco de cinza e carvões ardentes. Esse altar, era o lar, que Héstia personifica. O fogo sagrado devia ficar puro de qualquer imundície. A ele não era permitido atirar objetos sujos, e a sua luz não podia iluminar ações inconvenientes ou culposas. O fogo jamais se extinguia, e devia arder enquanto existisse a família. Se, por desgraça morria, só era possível tornar a acendê-lo mediante certos ritos que recordam o descobrimento do fogo. Era preciso, para acender o fogo sagrado, concentrar num ponto os raios do sol, e esfregar rapidamente dois pedacinhos de madeira de determinada espécie, para deles fazer saltar uma fagulha. A não ser assim, o fogo era considerado impuro. Ninguém saía de casa sem dirigir uma prece ao lar, pois este era o deus da família.

O repasto da família era para os antigos um ato religioso, pois os alimentos se coziam no lar. Antes de comer, atiravam-se às chamas as primícias do alimento, e sobre elas se espalhava a libação do vinho: era a parte da deusa, e quando as chamas se erguiam ninguém duvidava da existência de uma comunhão íntima entre a família e a sua divindade protetora. Em torno do lar vigiam os antepassados, pois o culto dos manes se ligava Intimamente ao de Héstia, que, sendo o lar, constitui naturalmente o centro da família. Se tem o seu templo na cidade é por ser o centro das famílias que a esta compõem. Se é honrada por toda parte como grande deusa é por ser o centro do mundo.

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A Chegada da Noiva - Embora a deusa esteja por toda parte, é na família que ela tem o seu princípio. Assim, não é no templo que se contraem as núpcias, é diante do lar. A cerimônia do casamento compreende três atos que se prendem, todos, ao lar. Em primeiro lugar, o pretendente se apresenta ao pai da .jovem, o qual reúne a família em torno do seu lar, oferece um sacrifício, e quando a chama arde declara mediante uma fórmula consagrada que autoriza a filha a renunciar aos seus antepassados, e a deixar o seu lar para ir partilhar do marido. Depois, a jovem, vestida de branco, inteiramente coberta por um grande véu, cabeça coroada de flores, é conduzida pelo esposo à nova morada. Precede-a um portador de archote: é o archote do himeneu. Chegada à frente da casa, cantam todos um hino religioso e, na frente do limiar, se realiza uma cerimônia característica, o rapto. A jovem não entra por si na casa; pelo contrário, coloca-se no meio das mulheres da família a que deixa de pertencer, como que lhes pedindo proteção. Estas fingem, realmente, defendê-la, mas o esposo, após uma luta simulada, pega a noiva, ergue-a nos braços, fá-la ultrapassar a soleira da porta, cuidando bastante de que os seus pés não toquem o chão. Se ela entrar tocando o limiar com os pés, estará no interior como forasteira a quem se recebe, ao passo que ali deve estar como a criança que nasceu na casa, e que não veio de fora. Então a noiva se aproxima do fogo sagrado, olha os retratos dos antepassados que rodeiam a sala, e que já agora são os seus: na chama do lar pedem-lhe que coza um pão recitando preces, e quando o pão está pronto, os dois esposos o comem. A partir de tal momento, a esposa mudou inteiramente de família. É aos antepassados do marido que fará ofertas, por se terem tornado os seus. O casamento é para ela um segundo nascimento, e o lar que arde na sua morada é, por fim, a sua divindade protetora.

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Os Lares Domésticos - Os lares ou manes são deuses da família cujo culto se liga estreitamente ao da deusa do lar. Presidiam à guarda das casas e das famílias de que eram, de certo modo, gênios tutelares. As figurinhas que os representam eram em geral postas num nicho contíguo ao lar; o cão lhes é especialmente consagrado. O lar familiar nos surge, freqüentemente, sob a forma de menino agachado que tem um cão aos pés. Traz, por vezes, o cão aos ombros e um cesto de provisões lhe está na frente. pois deve cuidar de que à família nada falte.

Era crença universalmente difundida poder a alma dos mortos voltar à teria a fim de proteger os parentes ou amigos. Mas para tanto, mister se fazia que os mortos tivessem sido inumados segundo os ritos, e daí advém a importância que se atribuía às cerimônias fúnebres e o temor que todos tinham de vê-las faltar por ocasião do sepultamento.

 

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BRANDÁO, Junito de Souza. Mitologia Grega Vol. I. Petrópolis, Vozes, 2004;

MÉNARD, Réne. Mitologia Greco-Romana Vol.III. Opus, São Paulo, 1991.

 
Referências Bibliográficas
 
Localizar outra Divindade
 
 
Todos os mitos de Hestia
 
 
Mais divindades da 2ª Geração Divina
Demeter
Funções: Deusa da vegetação e agricultura
Responsabilidade: Vegetação
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Hades
Funções: Rei do Hades "lugar" o mundo dos mortos: "céu [campos elisios]"; "Érebo [purgatório]" e "Tártaro [inferno]".
Responsabilidade: Mortos e Submundo
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Hera
Funções: Hera é, antes de tudo, a deusa tutelar do casamento, a protetora das uniões castas, o laço da família, assim como Zeus é o laço da cidade
Responsabilidade: Rainha dos deuses
Ver Perfil Completo
   
Hestia
Funções: Deusa do lar e da lareira, protetora absoluta da família
Responsabilidade:
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Posídon
Funções: Rei dos mares e oceanos
Responsabilidade: Oceanos
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Zeus
Funções: Pai dos deuses e dos homens, senhor do olimpo e rei de todas as divindades. Deus do trovao.
Responsabilidade: Rei dos deuses
Ver Perfil Completo
   
 
COMENTÁRIOS
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melissa fala sobre pandora carai pq os deuses enjoaam
itapecerica
Postado em:

01/09/2010 - 12:55h

   
Candida Credo vei, esses povo e um bando de osados, so pensa nesses trem de namorar na cama, Deus me livre affs, eu tbm naum axei o q keria q xato!!
teixeira de freitas-ba
Postado em:

30/08/2010 - 11:42h

   
Alana Ótimo site adorei!! tem de tudo me ajudaram muito além de matar minha curiosidade!!
Curitiba
Postado em:

30/08/2010 - 00:28h

   
vitor hugo ola!eu queria dizer gue voces devia colocar a medusa no antes e depois porque ela tem a historia muito interessante Ok ribeirao das neves , 28/08/10 sabado, bh ,mg
ribeirao das neves
Postado em:

28/08/2010 - 17:17h

   
JOÃO DEVIA COLOCAR MAIS DEUSES
SÃO PAULO
Postado em:

27/08/2010 - 18:24h

   
vitor hugo eu adoro os deuses do olimpo principalmente poseidon,ares,athena e etc...
ribeirão das neves bh mg
Postado em:

25/08/2010 - 19:02h

   
Joao Cara onde esta o Kratos???
Curitiba
Postado em:

01/08/2010 - 15:32h

   
Alex Pereira Vocês poderiam colocar um tópico sobre Ananke, ou Necessitas dos romanos. É uma deusa/entidade pouco comentada...
São Paulo
Postado em:

16/06/2010 - 19:07h

   
Marcio Na verdade a medusa era uma das filhos do Poseidon junto com as três gorgonas.
Rio de Janeiro
Postado em:

14/06/2010 - 01:19h

   
Gustavo Dias bom, mas a história de medusa que era a namorada mortal de Poseidon que foi transformada por Atena junto com suas irmas nas três gorgonas Euríale Estenó e Medusa
São Paulo
Postado em:

17/05/2010 - 09:33h

   
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